quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A solidão e sua porta

Carlos Pena Filho

Quando mais nada resistir que valha
a pena de viver e a dor de amar
e quando nada mais interessar
(nem o torpor do sono que se espalha),

quando, pelo desuso da navalha
a barba livremente caminhar
e até Deus em silêncio se afastar
deixando-te sozinho na batalha

a arquitetar na sombra a despedida
do mundo que te foi contraditório,
lembra-te que afinal te resta a vida

com tudo que é insolvente e provisório
e de que ainda tens uma saída:
entrar no acaso e amar o transitório.

Felicidade&Irmandade



"Fronteiras são artificiais. Pangea. Vida sem fronteiras. Como diz o texto acima, a felicidade e a dança transcendem limites políticos e ocorrem em praticamente todas as sociedades humanas. Ainda, o vídeo é um exemplo de como os seres humanos por todos os lados do Planeta Terra se sentem ligados por fazerem parte de uma única espécie."

O vídeo e o texto eu peguei emprestado da Maria Fernanda, no http://mafeteco.wordpress.com/.
E além disso ela tudo ela ainda tem bom gosto musical.
Expressionante!
ADOREI!

A felicidade verdadeira só existe quando é compartilhada.
Pra ser bom tem que ser junto!
Somos tantos e somos um. Viva!